Teste sanguíneo que diminui a realização de biópsias pós-transplante é lançado no Brasil
A preocupação com a rejeição é uma realidade para quem passa por um transplante de órgão. Quando há indícios de que algo não está certo, é comum que se recorra a uma biópsia, que consiste na retirada de uma pequena amostra do órgão para avaliação. Contudo, uma nova tecnologia que recentemente chegou ao Brasil promete facilitar esse monitoramento de maneira menos invasiva. Esse novo exame, conhecido como DNA livre circulante derivado do doador (dd-cfDNA), foi apresentado pelo biomédico Renato De Marco, diretor do Instituto de Imunogenética (Igen). Ele explicou que o teste analisa a quantidade de DNA do órgão transplantado…
