Violência contra a mulher motivou ingresso de Luiza Brunet na política

Após uma carreira extensa como modelo e atriz, Luiza Brunet vai se aventurar no mundo da política. Aos 59 anos, ela é pré-candidata a deputada federal pelo PSDB, e diz que quer usar sua experiência como ativista dos direitos das mulheres para fazer algo concreto por elas.

Em entrevista Luiza relata que suas “experiências e as atitudes que teve diante delas” a fizeram uma “mulher forte” e a transformaram numa ativista pelo direito das mulheres.

Em maio de 2016, ela foi vítima de agressão pelo seu companheiro na época, o empresário Lírio Parisotto. Ficou com o rosto desfigurado e teve quatro costelas e um dedo quebrado. Ele foi enquadrado na Lei Maria da Penha

Desde então, Luiza tem liderado projetos que buscam lutar contra a violência contra a mulher, além de campanhas de combate ao tráfico humano. “Essa experiência pode ser usada em favor das mulheres e, como deputada, vou ter mais oportunidade de alavancar políticas públicas nesse sentido. Quero fazer diferença, deixar um legado e por isso resolvi me candidatar a deputada federal”, disse.


A modelo afirmou que recebeu convites de diversos partidos, mas escolheu o PSDB “pela prioridade às pautas femininas não apenas no discurso”. Essa ida foi costurada pelo governador Rodrigo Garcia, pelo ex-governador João Doria e pelo presidente estadual do partido, Marco Vinholi.

Luiza acredita que se lançar como deputada lhe trará “uma oportunidade de fazer algo concreto em termos de política pública”. Ela também pretende atuar em políticas voltadas aos homens, “com o acolhimento e tratamento de doenças como o alcoolismo e doenças e mentais, por exemplo”.

A pré-candidata aposta na educação como uma das armas de combate à violência de gênero. “A violência contra a mulher é democrática. Afeta mulheres de todas classes sociais e idades, sem distinção, embora as estatísticas mostrem que as negras e pobres sofram mais com isso. Essa problemática é muito complexa e exige atuação em diversos campos, mas acredito que o fator fundamental seja a educação”, diz.

“Além disso, é importante ampliar o número de mulheres na política, melhorar esses indicadores de representatividade nos espaços de poder. Fui bastante clara quando decidi me filiar: estou aqui para fazer algo concreto pelas mulheres. Se não, continuo como ativista”, destacou.

Após uma carreira extensa como modelo e atriz, Luiza Brunet vai se aventurar no mundo da política. Aos 59 anos, ela é pré-candidata a deputada federal pelo PSDB, e diz que quer usar sua experiência como ativista dos direitos das mulheres para fazer algo concreto por elas.

Em entrevista Luiza relata que suas “experiências e as atitudes que teve diante delas” a fizeram uma “mulher forte” e a transformaram numa ativista pelo direito das mulheres.

Em maio de 2016, ela foi vítima de agressão pelo seu companheiro na época, o empresário Lírio Parisotto. Ficou com o rosto desfigurado e teve quatro costelas e um dedo quebrado. Ele foi enquadrado na Lei Maria da Penha

Desde então, Luiza tem liderado projetos que buscam lutar contra a violência contra a mulher, além de campanhas de combate ao tráfico humano. “Essa experiência pode ser usada em favor das mulheres e, como deputada, vou ter mais oportunidade de alavancar políticas públicas nesse sentido. Quero fazer diferença, deixar um legado e por isso resolvi me candidatar a deputada federal”, disse.


A modelo afirmou que recebeu convites de diversos partidos, mas escolheu o PSDB “pela prioridade às pautas femininas não apenas no discurso”. Essa ida foi costurada pelo governador Rodrigo Garcia, pelo ex-governador João Doria e pelo presidente estadual do partido, Marco Vinholi.

Luiza acredita que se lançar como deputada lhe trará “uma oportunidade de fazer algo concreto em termos de política pública”. Ela também pretende atuar em políticas voltadas aos homens, “com o acolhimento e tratamento de doenças como o alcoolismo e doenças e mentais, por exemplo”.

A pré-candidata aposta na educação como uma das armas de combate à violência de gênero. “A violência contra a mulher é democrática. Afeta mulheres de todas classes sociais e idades, sem distinção, embora as estatísticas mostrem que as negras e pobres sofram mais com isso. Essa problemática é muito complexa e exige atuação em diversos campos, mas acredito que o fator fundamental seja a educação”, diz.

“Além disso, é importante ampliar o número de mulheres na política, melhorar esses indicadores de representatividade nos espaços de poder. Fui bastante clara quando decidi me filiar: estou aqui para fazer algo concreto pelas mulheres. Se não, continuo como ativista”, destacou.

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