A líder da oposição da Venezuela, María Corina Machado, expressou sua intenção de retornar ao país “o mais rápido possível”. Ela esteve em Oslo, na Noruega, em dezembro, para receber o Prêmio Nobel da Paz, mas atualmente não revelou sua localização.
Em uma entrevista à Fox News na segunda-feira (5), Corina criticou fortemente Delcy Rodríguez, que assumiu como presidente interina da Venezuela. Segundo a opositora, Delcy é “uma das principais responsáveis pela tortura” atribuída ao governo venezuelano.
“Nas eleições livres e justas, vamos vencer com mais de 90% dos votos, não tenho dúvidas”, afirmou. Ela também expressou seu desejo de transformar a Venezuela, com suas enormes reservas de petróleo, em “o centro energético das Américas”. “Vamos estabelecer o Estado de Direito, abrir os mercados e garantir segurança para os investimentos estrangeiros”, acrescentou.
Após a captura de Nicolás Maduro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que María Corina Machado “não conta com apoio interno ou respeito” para liderar a Venezuela, descartando qualquer eleição no país nos próximos 30 dias.
Corina mencionou que sua última conversa com Trump foi em 10 de outubro, quando foi anunciada sua conquista do Prêmio Nobel da Paz.
