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Despedida das Forças Americanas: Fim de Duas Décadas de Presença no Iraque

Por Canoas Informa 2 min de leitura

Na quarta-feira, 30 de novembro, os Estados Unidos finalizavam a retirada de suas tropas do Iraque, encerrando um envolvimento militar que durou mais de 20 anos no país árabe.

Essa retirada sinaliza o término de uma operação que teve início com a invasão norte-americana em 2003, que resultou na queda do regime de Saddam Hussein e deu origem a um longo período de insurgências e conflitos sectários. Embora os americanos tenham se retirado em 2011, eles regressaram em 2014 para auxiliar o Iraque na batalha contra o grupo terrorista Estado Islâmico (EI).

Apesar do fim da presença militar, especialistas acreditam que a influência dos EUA sobre o Iraque persistirá mesmo sem as tropas no território. Essa decisão seguiu um acordo estabelecido entre Washington e Bagdá em 2024, visando encerrar a Operação Resolução Inerente, que era a missão da coalizão liderada pelos EUA contra o EI.

No auge do conflito iraquiano, em 2007, mais de 170 mil soldados americanos estavam destacados no país. Contudo, em dezembro de 2023, antes da formalização do acordo de retirada, esse contingente já havia sido reduzido para cerca de 2.400 homens, conforme informações do Comando Central dos EUA.

Desde então, a presença militar dos EUA foi diminuída progressivamente, restando apenas um pequeno grupo na região autônoma do Curdistão, localizada ao norte do Iraque.

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