A taxa de desemprego no Brasil atingiu o índice de 5,2% no trimestre encerrado em novembro, o menor número desde o início da série histórica da Pnad Contínua em 2012, de acordo com informações divulgadas pelo IBGE. Houve uma queda de 0,4 ponto percentual em relação ao trimestre anterior e de 0,9 ponto percentual em comparação com o mesmo período de 2024.
O número de pessoas desocupadas totalizou 5,6 milhões, o menor desde o início da série histórica, com uma redução de 7,2% em relação ao trimestre anterior e de 14,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Enquanto isso, a população ocupada atingiu a marca de 103 milhões, um recorde, aumentando 0,6% em relação ao trimestre anterior e 1,1% em comparação com o ano anterior.
O rendimento real habitual de todos os trabalhos também atingiu um recorde, chegando a R$ 3.574, com aumentos de 1,8% no trimestre e de 4,5% no ano, segundo dados do IBGE. A taxa de informalidade foi de 37,7% da população ocupada, equivalente a 38,8 milhões de trabalhadores informais, mostrando uma queda em relação aos trimestres anteriores.
O número de trabalhadores com carteira assinada atingiu a cifra de 39,4 milhões, um dado estável em comparação trimestral e uma alta de 2,6% em relação ao ano anterior. Por outro lado, o número de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado permaneceu em 13,6 milhões, enquanto o número de trabalhadores por conta própria atingiu 26 milhões, um novo recorde na série histórica.
